Paulo Cappelli, do Correio da Manhã, disse nesta segunda que Davi Alcolumbre está com os dias contados na presidência do Senado e que, a partir de fevereiro do ano que vem, não continua no comando do Congresso, porque a cadeira é de quem decide se o impeachment de ministro do Supremo entra ou não em pauta, prerrogativa que ele atribui ao presidente da Casa, e que Alcolumbre não colocaria esse pedido em votação.

Os dois favoritos que ele anunciou saíram de uma conversa com Carlos Portinho, senador pelo Rio de Janeiro, que apontou Rogério Marinho, o nome do PL derrotado pelo próprio Alcolumbre na eleição interna passada, e os dois, na fala de Cappelli, são os cotados para a presidência da próxima legislatura.

Marinho, de posições mais próximas a Flávio Bolsonaro, é tratado por ele como nome muito provável de um ministério, o de Relações Institucionais, e nesse intervalo Tereza Cristina surge como outro nome para a cadeira, enquanto o mesmo vídeo ainda fala da saída de Hugo Motta da presidência da Câmara.