EXCLUSIVO: ÁUDIO REVELADOR DE PRESIDENTE DO SENADO COLOCA BRASÍLIA EM CHOQUE.
Em gravação vazada, Senador orienta aliado a abrir duas CPIs contra Dr. Furlan para "atacar" gestão enquanto governador inaugura evento; "Começou a guerra", diz o áudio.
Um áudio explosivo divulgado pelo portal Metrópoles nesta terça-feira (24 de março de 2026) revela os bastidores de uma pesada articulação política liderada pelo senador Davi Alcolumbre (União-AP). Na gravação, Alcolumbre orienta um aliado — identificado como um parlamentar da Câmara Municipal de Macapá — a desencadear uma ofensiva jurídica e legislativa contra o atual prefeito da capital, Dr. Furlan. A estratégia inclui a abertura de duas Comissões Processantes (CPIs) com o objetivo explícito de desestabilizar o prefeito durante um evento oficial do governo do estado.

A ESTRATÉGIA DAS "DUAS CPIS"
No diálogo, o aliado de Alcolumbre detalha o plano de ataque, citando que o foco das investigações será a previdência municipal (Macapá Preve) e a CTMac. O objetivo, segundo o interlocutor de Alcolumbre, é garantir que, enquanto o governador Clécio Luís estiver inaugurando a Expofeira, o prefeito Furlan esteja "preocupado com duas CPIs na Câmara Municipal". Alcolumbre reforça a necessidade de "restabelecer a autoridade" do presidente da Câmara, seu irmão, afirmando que o poder legislativo não pode ser "subjugado" por um prefeito que supostamente comete crimes de responsabilidade.

MÁGOAS POLÍTICAS E REUNIÃO NO TRIBUNAL
O senador expressa sua frustração com Dr. Furlan, acusando-o de "viver do trabalho" do grupo político (senadores e governador) e de querer "ganhar os louros sozinho". Alcolumbre define a situação como uma questão de falta de gratidão. "Eu faço política de grupo, eu faço política de entrega", afirma o senador no áudio. Para alinhar os próximos passos, Alcolumbre marca uma reunião para a segunda-feira, às 10h, no gabinete de um membro do Tribunal (referindo-se possivelmente ao TCE ou Tribunal de Justiça), orientando o aliado a ir sozinho, "sem advogado", para relatar as circunstâncias políticas e jurídicas.
"COMEÇOU A GUERRA"
O aliado, visivelmente entusiasmado com as diretrizes de Alcolumbre, chega a dizer: "P*rra meu irmão, eu estou todo arrepiado aqui". Ele promete aprovar as contas do ex-prefeito e atual governador Clécio Luís na terça-feira para, na sequência, instalar as comissões contra Furlan. O diálogo encerra com uma afirmação contundente do aliado sobre o início do confronto direto com a prefeitura: "Começou a guerra".
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ANÁLISE DO EDITORIAL CENTRAL
Para o Editorial Central, o vazamento deste áudio é a prova cabal de como a "velha política" de Brasília e dos estados utiliza as instituições públicas como armas de vingança pessoal. Ver um senador da República articulando CPIs municipais não para buscar a verdade, mas para criar um "fato político" que ofusque o adversário, é um ataque direto à democracia e à independência dos poderes. A direita liberal defende a fiscalização rigorosa de qualquer prefeitura, inclusive a de Macapá, mas repudia o uso de comissões parlamentares como instrumentos de perseguição encomendada. O povo do Amapá merece uma política pautada em projetos e transparência, e não em "guerras" de gabinete que visam apenas o controle de redutos eleitorais e a satisfação de egos feridos.
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