Geopolítica | Em destaque
DISPUTA PELA ONU VIRA EMBATE DIRETO ENTRE LULA E MILEI
Lula apoia Michelle Bachelet para a Secretaria-Geral da ONU, mas favoritismo de Rafael Grossi, apoiado por Milei e Trump, impõe derrota diplomática ao Brasil.
Ler maisUse sua conta de leitor para continuar.
Oposição de projetos geopolíticos coloca Brasil e Argentina em lados opostos na sucessão da Secretaria-Geral das Nações Unidas.
A sucessão para o comando da Secretaria-Geral da ONU transformou-se em um campo de batalha diplomático entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o argentino Javier Milei. Conforme reportagem do portal UOL de maio de 2026, o governo brasileiro articula o nome da ex-presidente chilena Michelle Bachelet, que enfrenta forte resistência da China e falta de apoio até em seu próprio país. Em contrapartida, Milei apoia Rafael Grossi, diretor da AIEA, que desponta como favorito ao contar com o respaldo estratégico dos Estados Unidos e de Donald Trump. O cenário isola a agenda ideológica da esquerda latino-americana diante do avanço conservador global.
O presidente equatoriano Daniel Noboa acusa o governo de Gustavo Petro de exportar criminosos e guerrilheiros, aprofundando a crise diplomática na região.
O presidente do Equador, Daniel Noboa, subiu o tom contra o governo da Colômbia neste domingo, 3 de maio de 2026, ao afirmar que o país vizinho está exportando problemas de segurança em vez de combatê-los. De acordo com informações divulgadas pela inteligência equatoriana, houve um aumento significativo na incursão de guerrilheiros colombianos em território equatoriano, o que Noboa classificou como uma afronta à soberania nacional e à segurança de seu povo. A declaração ocorre em um momento de fragilidade institucional na América do Sul, onde líderes de espectros políticos opostos enfrentam dificuldades para manter a cooperação fronteiriça.
O presidente Donald Trump afirmou em evento na Flórida que os Estados Unidos podem intervir na ilha caribenha para restaurar a ordem após concluir operações no Oriente Médio.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, gerou forte repercussão internacional ao sugerir que Washington poderia assumir o controle de Cuba em um futuro próximo. A declaração foi feita durante um jantar no Forum Club of the Palm Beaches, na Flórida, onde o líder republicano abordou a instabilidade política da ilha e a necessidade de uma postura mais assertiva contra regimes autoritários na região.
Sob o comando de Donald Trump, Operação Resolução Absoluta força retomada de voos comerciais após sete anos de isolamento provocado pela ditadura de Maduro.
O governo de Donald Trump anunciou nesta semana a retomada histórica dos voos comerciais diretos entre os Estados Unidos e a Venezuela, encerrando um hiato de sete anos provocado pela instabilidade do regime de Nicolás Maduro. A medida, celebrada pela Casa Branca como uma vitória da estratégia de pressão máxima, ocorre no âmbito da chamada Operação Resolução Absoluta, que visa restaurar a normalidade democrática e econômica na região por meio de liderança firme, contrastando com a política de leniência adotada por governos de esquerda na América Latina.
Instalação de tecnologia de defesa da China no sertão nordestino é vista pelos Estados Unidos como ameaça estratégica e instrumento de espionagem no Hemisfério Sul.
A presença de tecnologia avançada da China em solo brasileiro disparou um alerta diplomático e de segurança em Washington. De acordo com informações divulgadas pelo analista Lincoln Fracari em suas redes sociais em 28 de abril de 2026, a instalação de um radiotelescópio no sertão da Paraíba está sendo monitorada de perto pela inteligência dos Estados Unidos. O governo americano manifestou preocupação de que o equipamento, embora apresentado como um projeto científico, funcione como uma "orelha gigante" capaz de vigiar comunicações e atividades estratégicas em todo o Hemisfério Sul.