ZEMA DETONA STF: "CASTA DOS INTOCÁVEIS" QUE SE JULGA ACIMA DA LEI E PERDE CREDIBILIDADE
*Governador de Minas e pré-candidato à Presidência pelo Novo, Romeu Zema, vai à CNN Brasil defender impeachment de Alexandre de Moraes e acusar ministros do Supremo de formarem elite intocável que envergonha o Brasil – r
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), pré-candidato à Presidência da República, classificou os ministros do STF como “casta dos intocáveis” que “se julgam acima da lei” e podem “fazer o que bem entendem”. A declaração explosiva foi feita em entrevista exclusiva à CNN Brasil, no dia 9 de março de 2026, em Brasília, logo após o Partido Novo protocolar novo pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes. Zema afirmou que o Judiciário brasileiro está “completamente perdendo sua credibilidade”, chamando a situação de “vergonhosa” e uma “farsa dos intocáveis” que envergonha os brasileiros que acordam cedo para trabalhar.
*O QUE LEVOU ZEMA A SUBIR O TOM CONTRA O SUPREMO*
Tudo explodiu em meio ao caso Banco Master, com mensagens atribuídas a Moraes e ao banqueiro Daniel Vorcaro (preso por fraudes). Zema, ao lado de parlamentares do Novo, protocolou o impeachment no Senado para pressionar o presidente Davi Alcolumbre, que, segundo ele, “engaveta” pedidos semelhantes. A entrevista à CNN, conduzida pela repórter Carol Rosito com participação remota de âncoras da emissora, ocorreu em estúdio e destacou a indignação mineira – Zema lembrou que Minas foi pioneira na Independência do Brasil e não aceita “afrontas” a instituições. Ele comparou a casta indiana (que, segundo ele, até acabou) à brasileira: “Aqui no Brasil parece que está se enraizando”.

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*AS ACUSAÇÕES QUE CHOCAM E REVELAM UMA CRISE INSTITUCIONAL*
Zema foi direto: ministros “se consideram acima de tudo, inclusive da Constituição”, agindo por interesses privados enquanto recebem salários públicos. Ele criticou o “espírito de corpo” em Brasília, onde “todos protegem o colega porque obtêm alguma vantagem”. Citou escândalos repetidos (Mensalão, Petrolão, Lava Jato) e questionou: se presidentes sofreram impeachment, por que ministros não? Defendeu punições reais, rejeitando “códigos de ética internos” como “livrinho de primeira comunhão”. Afirmou que o silêncio de Lula, OAB, associações de juízes e “centrão” implica concordância com as “absurdidades”, e que investigações incompletas (apenas 12-13% do material revelado) escondem mais nomes.
*IMPLICAÇÕES PARA 2026: BANDEIRA ELEITORAL QUE PODE MUDAR O JOGO*
Como pré-candidato, Zema usa o tema para se diferenciar: “Sou o único que bate no STF”, disse em entrevistas recentes. Ele prevê renovação no Senado para viabilizar impeachments e confirma levará a candidatura até o fim, sem recuar mesmo que custe votos. Critica o “centrão” e arquivamentos, mas abre porta a alianças pontuais (como com PL em Minas). O discurso ressoa em eleitores cansados de impunidade, especialmente após revelações sobre contratos questionáveis no Judiciário – e pode virar combustível para manifestações e debates acalorados rumo à eleição presidencial.
*QUEM É ROMEU ZEMA E POR QUE SUA VOZ GANHA FORÇA AGORA*
Empresário bem-sucedido antes da política, Zema governa Minas desde 2019 com gestão “limpa” (sem parentes em cargos ou contratos familiares), contrastando com Brasília. Pelo Novo, defende liberalismo econômico e accountability. Suas críticas ao STF não são novas – já questionou Toffoli no caso Master e chamou para atos na Paulista –, mas o tom subiu em 2026 com o impeachment protocolado. Analistas veem nisso uma estratégia para captar eleitorado conservador descontente com o Judiciário ativista, posicionando-o como voz corajosa contra a “farra dos intocáveis”.
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