Uma reportagem da revista VEJA revelou que o empresário Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, se dispôs a apresentar documentos, mensagens de WhatsApp, registros de saques e outras informações para sustentar relatos de supostos pagamentos de propina a integrantes do PT. Segundo a publicação, a oferta foi apresentada por seus advogados à Procuradoria-Geral da República durante negociações para um acordo de delação premiada. No entanto, a PGR rejeitou a proposta, e a colaboração não avançou.

O órgão confirmou a recusa, mas não divulgou oficialmente os motivos, alegando sigilo. As acusações foram contestadas por pessoas citadas na reportagem, e os supostos repasses não foram comprovados publicamente. A informação circulou no Instagram do Diário 360, que atribui a reportagem à VEJA e registra a contestação das acusações.

O episódio ocorre no contexto das investigações sobre o Banco Master e das negociações de colaboração de Vorcaro. A PGR não aceitou a oferta de documentos e mensagens relacionadas a supostos pagamentos a integrantes do PT. As pessoas mencionadas contestaram as alegações, e a reportagem registra que os repasses não foram comprovados publicamente.