Neste sábado, 14 de março de 2026, o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) usou as redes sociais para desmentir, com veemência, uma reportagem publicada pela revista Veja no dia anterior, que atribuía a ele arrependimento por ter assinado o requerimento da chamada CPI da Toga — a Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga possíveis relações entre os ministros do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e Dias Toffoli e o banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. A nota do portal M24, que repercutiu o episódio, resume o cenário: Flávio não apenas negou o suposto arrependimento, como foi além e declarou que assinaria o requerimento novamente, “quantas vezes forem necessárias”. O episódio não é isolado — ele é o mais recente capítulo de uma crise institucional de proporções históricas.

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