TRUMP IGNORA LULA NA FOTO OFICIAL DO G7 E EVIDENCIA ISOLAMENTO DO PETISTA NO CENÁRIO INTERNACIONAL
Durante a tradicional foto de família dos líderes na Cúpula do G7 em Évian-les-Bains, na França, o presidente Donald Trump não trocou uma palavra com Luiz Inácio Lula da Silva, passando diretamente por ele sem qualquer cumprimento. O gelo diplomático reflete a tensão bilateral após os EUA classificarem PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas.
Nesta terça-feira (16/6/2026), na Cúpula do G7 em Évian-les-Bains, França, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ignorou completamente o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva durante a foto oficial dos líderes. Os dois não trocaram qualquer palavra antes ou depois do registro fotográfico. O momento mais simbólico ocorreu quando Trump passou em frente a Lula e seguiu direto, sem aceno ou cumprimento. O episódio ocorre em meio a forte tensão diplomática, especialmente após o governo americano designar as facções criminosas brasileiras PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas. /i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/q/i/7JuBx9QUSorfM72ZoTSA/2026-06-16t132326z-1647703248-rc21vla1uczx-rtrmadp-3-g7-summit-britain.jpg)
CONTEXTO E HISTÓRICO
A relação entre Brasil e EUA vem se deteriorando desde o retorno de Trump à Casa Branca. Recentemente, os EUA classificaram o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras, medida que Lula criticou publicamente como interferência na soberania brasileira. Além disso, há ameaças de novas tarifas americanas sobre produtos brasileiros. Lula viajou ao G7 na expectativa de dialogar com Trump, mas o encontro bilateral não se concretizou, e o tratamento frio na foto oficial reforça o isolamento do petista perante as grandes potências.
PERSONAGENS E ENVOLVIDOS
- Donald Trump: Presidente dos EUA, prioriza agenda de segurança e combate ao crime organizado.
- Luiz Inácio Lula da Silva (PT): Presidente do Brasil, criticou a designação das facções como terroristas.
- Emmanuel Macron: Presidente da França e anfitrião do G7.
- Facções criminosas: PCC e Comando Vermelho, agora listadas como terroristas pelos EUA.
- Outros líderes do G7: Participantes da foto oficial, incluindo representantes da UE.
REAÇÕES
A direita celebra o episódio como demonstração clara do desprestígio de Lula no cenário internacional, resultado de sua política externa alinhada à esquerda e de críticas constantes aos EUA. Nas redes, o momento é visto como humilhação e prova de isolamento. Do lado petista e da esquerda, tenta-se minimizar o fato como mera formalidade protocolar. Trump e sua administração não comentaram publicamente o episódio até o momento.
TRATAMENTO DA IMPRENSA
Veículos alinhados ao governo (como G1 e Globo) destacam o “constrangimento” mas evitam aprofundar o contexto de críticas de Lula à política americana. Portais conservadores e influenciadores de direita enfatizam o isolamento de Lula e o contraste com a força de Trump, apontando omissões da grande imprensa sobre as consequências da política externa petista para o Brasil.
CONSEQUÊNCIAS
O episódio reforça a percepção de enfraquecimento da diplomacia brasileira, com risco de maiores prejuízos econômicos via tarifas e isolamento em fóruns internacionais. Fortalece internamente o discurso conservador contra o governo Lula, que perde espaço entre as principais lideranças globais.
POSSÍVEIS DESDOBRAMENTOS
Pode haver novas rodadas de tensão comercial e pressão americana contra facções criminosas. A direita brasileira deve usar o caso para desgastar ainda mais o governo petista rumo às eleições. Lula tentará retomar diálogo por outros canais, mas o frio tratamento de Trump indica dificuldades crescentes.

