O Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal) contratou a atriz Luana Piovani por R$ 300 mil para gravar vídeo contrário à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que concede autonomia financeira e administrativa à instituição. O pagamento foi autorizado pela direção do conselho regional do sindicato no Distrito Federal.

DETALHES DO CONTRATO

A Folha de S.Paulo revelou que o acordo visa mobilizar opinião pública contra a PEC. Luana Piovani, conhecida por posições de esquerda, foi escolhida para defender interesses do sindicato contra maior independência do BC. O valor alto para uma única produção levanta questionamentos sobre transparência e prioridade de gastos.

CONTEXTO DA PEC E AUTONOMIA DO BC

A proposta busca fortalecer a autonomia do Banco Central, reduzindo interferências políticas em decisões técnicas. Críticos do governo Lula veem a PEC como avanço para estabilidade econômica e combate à inflação. O sindicato, ligado a servidores, resiste à medida que pode limitar privilégios e influência política.

REAÇÃO DA DIREITA E CONSERVADORES

Para liberais e bolsonaristas, o caso exemplifica uso questionável de recursos para propaganda ideológica contra reformas necessárias. A contratação de celebridade de esquerda reforça narrativa de resistência corporativista à modernização das instituições. O contribuinte paga a conta de campanhas contrárias ao interesse público.

IMPACTO E TRANSPARÊNCIA

O episódio expõe possíveis conflitos de interesse em entidades representativas de servidores públicos. A autonomia do BC é defendida como ferramenta contra populismo fiscal, especialmente após anos de descontrole econômico sob PT.