SHEINBAUM NÃO COMENTA A VANTAGEM DE FLÁVIO E DIZ QUE A DIREITA INTERNACIONAL QUER INTERVIR
Na mañanera desta segunda, no Palácio Nacional, Claudia Sheinbaum se recusou a comentar a liderança de Flávio Bolsonaro por 47,03% a 45,16% e pediu para esperar o segundo turno, e, perguntada sobre uma suposta interferência dos Estados Unidos a favor de Flávio, disse que a direita internacional quer intervir e que há grupos no governo americano que não querem o México
Na mañanera desta segunda, no Palácio Nacional, Claudia Sheinbaum se recusou a comentar o primeiro turno brasileiro, em que Flávio Bolsonaro fez 47,03% dos votos válidos, 56.104.503, contra 45,16% de Lula, 53.879.538, e disse que é preciso esperar a segunda volta, porque só quando o processo terminar é que se pode dar uma opinião, resposta dada quando a perguntaram sobre o resultado e sobre denúncias de uma possível interferência dos Estados Unidos a favor de Flávio.
O El Heraldo de México registrou que, sobre esses sinais de interferência, ela afirmou que a direita internacional sim quer intervir, e avisou que existem grupos dentro do governo americano que não querem o México e buscam uma troca de governo, e a Tribuna trouxe a frase de que há grupos muito de direita nesse governo que não querem o México nem os povos, com ela deixando claro que não falava necessariamente de Donald Trump, enquanto o Infobae anotou que, perguntada se ficaria sem aliados na América Latina caso Lula perca, respondeu que o principal aliado é o povo do México e que, perto do povo, não haverá problema.
A fala saiu no dia seguinte à apuração, com o segundo turno marcado para 25 de outubro, e a presidente mexicana tratou a liderança de Flávio como assunto que ainda não merece opinião, ao mesmo tempo em que deslocou a pergunta sobre o Brasil para uma advertência sobre interferência no próprio país, sem apresentar, na coletiva, fato, documento ou ato do governo americano na eleição brasileira.

