Roberto Freire chama decisão de Zanin de “golpe de Estado” e acusa ministro de crime de responsabilidade
Ex-senador afirma que prorrogação da votação usurpa competência constitucional do TSE
O ex-senador e ex-ministro da Cultura Roberto Freire, atualmente filiado ao Cidadania, classificou como “golpe de Estado” a decisão monocrática do ministro Cristiano Zanin, do STF, que prorrogou o horário de votação no segundo turno das eleições.
Segundo Freire, a medida usurpa a competência constitucional do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele também acusou o ministro de cometer crime de responsabilidade. A declaração se soma às críticas de Flávio Bolsonaro, Jason Miller e de veículos nacionais e internacionais à canetada de Zanin, ex-advogado de Lula, que estendeu a votação até as 19h após pedido da campanha petista alegando problemas de transporte.
A manifestação de Freire ocorre no mesmo dia em que a prorrogação gerou reações de que as regras foram mudadas no meio do jogo e em que o mercado externo registrou queda acentuada no ETF de ações brasileiras.

