Enquanto a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) e sua militância tentam, a todo custo, criminalizar a liberdade de expressão e silenciar vozes dissonantes no país, o povo brasileiro dá uma resposta clara e inequívoca nas ruas. No último sábado, 14 de março de 2026, o apresentador Ratinho foi homenageado com a inauguração de sua própria estátua no Dreamland Museu de Cera, em Foz do Iguaçu (PR), um dos principais destinos turísticos do país. A celebração, que contou com a presença do comunicador e de autoridades locais, ocorre em um momento simbólico: poucos dias após ele ter sido alvo de um pedido de investigação criminal protocolado pela deputada do PSOL, que o acusa de transfobia por uma declaração feita em seu programa na última quarta-feira (11/3). A cena é um retrato perfeito do Brasil atual: de um lado, o povo que consagra um ícone da comunicação popular; do outro, uma elite política que quer usar a máquina do Estado para perseguir quem pensa diferente. Ratinho pode pegar até seis anos de prisão por dizer o que milhões de brasileiros pensam, mas, ironicamente, sua imagem já está imortalizada em cera, enquanto a da deputada que o processa enfrenta a rejeição crescente da população.

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