A imagem de Raquel, cozinheira de Joinville (SC), em crise de ansiedade durante cumprimento de mandado de prisão, viralizou como símbolo da perseguição política no Brasil. Condenada a 17 anos por participação nos atos de 8 de janeiro de 2023, a mulher comum — sem histórico criminal, mãe e com múltiplos problemas de saúde — representa o que a esquerda chama de “justiça”, mas a direita conservadora identifica como lawfare e autoritarismo.

DETALHES DO CASO E SOFRIMENTO

Raquel relatou refluxo no coração (átrios direito e esquerdo), depressão, TDAH, autismo e tratamento para tireoide, além de ausência de útero e ovários. Durante audiência, sua advogada pediu atendimento médico imediato por crise de ansiedade. “Eu perdi minha família”, desabafou. A família critica a condenação severa por atos que, segundo relatos, envolveram registro de vídeos e protesto, sem violência ou depredação comprovada.

CONTEXTO MAIS AMPLO DE PERSEGUIÇÃO

Casos como o de Raquel ilustram a “bandidolatria” e a idolatria à ignorância combatida pela direita: enquanto criminosos comuns recebem benevolência, opositores políticos enfrentam rigor máximo. O 8 de janeiro serviu como pretexto para criminalizar dissidência conservadora, com decisões do STF sob Alexandre de Moraes frequentemente questionadas por falta de proporcionalidade.

CHAMADO À UNIDADE DA DIREITA

Quando figuras de direita hesitam em apoiar Flávio Bolsonaro como pré-candidato, imagens como essa surgem como lembrete: não há espaço para projetos pessoais de poder. A perseguição só cessa com união em torno de valores bolsonaristas — Deus, Pátria, Família e Liberdade. Comparações com a Venezuela de Maduro, com exilados e miséria, servem de alerta: sem coesão, o Brasil caminha para o mesmo abismo.

O sofrimento de pessoas como Raquel não pode ser em vão. A direita precisa se mobilizar para resgatar o país da injustiça seletiva e do autoritarismo judicial.