Protestos contra o aumento do custo de vida e a crise habitacional se espalham pela Europa, com jovens liderando manifestações na França, Bélgica, Itália, Espanha e Portugal.


Na França, o Ministério do Interior estimou mais de 400 mil participantes em um dos atos recentes, com quase mil prisões e confrontos envolvendo saques e danos a propriedades. O presidente Emmanuel Macron enfrenta pressão crescente no fim de seu mandato.


Na Itália, sob o governo de Giorgia Meloni, as autoridades adotaram postura firme contra violência, com reforço de segurança e medidas mais duras contra distúrbios. Meloni afirmou que protestar é direito, mas incendiar cidades não é.


Em Portugal e Espanha, a crise habitacional — com preços de imóveis dobrando ou triplicando em poucos anos — mobiliza multidões. Na Bélgica, estudantes protestam contra custos de educação.


Analistas apontam que esses protestos são sintoma de uma crise profunda causada por políticas de altos impostos, gastos excessivos, políticas energéticas restritivas e imigração descontrolada, que elevam o custo de vida. O movimento pode fortalecer partidos de direita, como o Rassemblement National na França.


O vídeo original do Metrópoles, com reportagem da DW Brasil, mostra o contexto das manifestações.


Link externo do vídeo: https://www.instagram.com/reel/De5nJpuRPzl/