O preço médio das passagens aéreas domésticas no Brasil chegou a R$ 632,53 em maio, registrando alta de 11,2% em comparação com o mesmo mês do ano anterior. Os dados são da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e consideram apenas o valor do transporte aéreo, sem taxas aeroportuárias.

QUASE METADE DOS BILHETES ABAIXO DE R$ 500

Embora o aumento seja significativo, a Anac destaca que 49,1% das passagens vendidas em maio custaram menos de R$ 500 — sendo 20,7% até R$ 300 e 28,4% entre R$ 300 e R$ 500. Ainda assim, o encarecimento geral afeta o bolso do brasileiro que depende do avião para viagens de trabalho, turismo ou emergências.

IMPACTO DA POLÍTICA ECONÔMICA

A alta nos preços reflete o descontrole inflacionário e os custos operacionais crescentes no setor aéreo, agravados pela gestão econômica do governo Lula. Impostos elevados, combustível caro e falta de previsibilidade fiscal tornam o transporte aéreo menos acessível para a classe média, que mais sente o aperto.

DIREITA APONTA FALHAS DO MODELO PETISTA

Para analistas conservadores e liberais, o aumento de mais de 10% em um ano é mais um sintoma do “descontrole” fiscal e da falta de reformas estruturais. Enquanto o governo prioriza gastos assistencialistas, o cidadão comum paga a conta com tarifas mais caras em serviços essenciais.