O mundo político foi abalado por um terremoto nos últimos dias, e o epicentro está em Nova York. Nicolás Maduro, o ex-ditador venezuelano capturado em uma operação das forças especiais dos Estados Unidos em janeiro deste ano, começou a "abrir o bico" e pode se tornar a maior arma de Donald Trump para implodir, de uma vez por todas, a narrativa de que as eleições no Ocidente são limpas e transparentes. De acordo com informações que circulam nos bastidores da inteligência americana e foram antecipadas pelo perfil @advmoreira_ue no X, Maduro estaria reunido com a Diretora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard, para detalhar como urnas eletrônicas e softwares fornecidos por uma empresa de origem venezuelana vêm sendo usados para manipular resultados eleitorais em favor de candidatos de esquerda pelo mundo. Em troca de imunidade diplomática, o ex-ditador estaria disposto a testemunhar contra todos os envolvidos, inclusive na fraude que o manteve no poder na Venezuela em 2020. A revelação, ainda não confirmada oficialmente, mas que ganha força a cada hora, coloca o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e seu partido na berlinda internacional, enquanto o FBI aprofunda investigações sobre fraudes que teriam roubado a eleição de Donald Trump em 2020. Maduro, preso no Centro de Detenção Metropolitano no Brooklyn, pode ser apenas a ponta de um iceberg que ameaça naufragar a credibilidade de toda a esquerda mundial.

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