O cenário político da América do Sul testemunhou, nas últimas horas, um dos reencontros mais simbólicos e emocionantes da história recente. Jeanine Áñez, a ex-presidente da Bolívia que amargou cinco anos de uma prisão classificada por juristas conservadores como puramente política, encontrou-se com o senador Flávio Bolsonaro durante um evento de lideranças da direita no Chile. O encontro não foi apenas protocolar; foi um abraço de solidariedade entre famílias que enfrentam o que Áñez descreve como o "monstro" da perseguição judicial da esquerda. A ex-presidente, que teve sua saúde devastada e enfrentou um processo eivado de nulidades, agora livre, torna-se a prova viva de que as condenações baseadas em narrativas de "golpe de estado" possuem prazo de validade quando confrontadas com a verdade.

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