O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, iniciou um movimento de interlocução com o governo federal para tentar mitigar a crise gerada pela rejeição ao nome de Jorge Messias, conforme reportagem da Folha de S.Paulo de 4 de maio de 2026. Moraes busca convencer a cúpula do governo Lula de que não atuou nos bastidores contra a indicação do Advogado-Geral da União, temendo uma possível vingança política e o isolamento institucional. A iniciativa ocorre em um momento de forte tensão, onde o Planalto demonstra revolta com a suposta interferência do Judiciário nas escolhas estratégicas do Executivo.