O debate político em Brasília foi tomado por uma interrogação de forte impacto retórico e investigativo: "Onde está o corpo do sicário?". O questionamento, proferido pelo senador Magno Malta (PL-ES) em 19 de março de 2026, desloca o foco da irregularidade documental para a figura do executor da fraude. Na tese apresentada pelo parlamentar, o "sicário" é o agente técnico que, utilizando acesso privilegiado, inseriu informações falsas em sistemas de segurança e imigração. Para Malta, a ausência de identificação ou apresentação deste indivíduo levanta a suspeita de uma "queima de arquivo" para proteger os mandantes da operação.

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