A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) relatou a interlocutores receio de que a divulgação da carta escrita por Jair Bolsonaro possa levar o ex-presidente de volta à prisão. A carta, lida por Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no sábado (11), pede união da direita e aponta o filho como “melhor opção” e “porta-voz” para resgatar o Brasil.

PREOCUPAÇÃO COM ALEXANDRE DE MORAES

Segundo pessoas próximas ouvidas pelo Metrópoles, Michelle pediu orações temendo que o ministro Alexandre de Moraes revogue a prisão domiciliar humanitária concedida há 10 dias. A carta reforça apoio à pré-candidatura presidencial de Flávio e apela para deixar “possíveis diferenças” de lado.

REAÇÃO DA ESQUERDA

A divulgação provocou ataques imediatos. Deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) pediu a Moraes cancelamento da domiciliar. Advogado Kakay classificou o ato como violação de medidas cautelares. Para a esquerda, qualquer manifestação de Bolsonaro é pretexto para endurecimento.

ANÁLISE EDITORIAL CONSERVADORA

O episódio expõe o lawfare contínuo contra o bolsonarismo. Enquanto a direita busca união para 2026, o sistema usa qualquer pretexto para perseguir o ex-presidente. Flávio cumpre papel de porta-voz determinado pelo pai, reforçando coesão em torno de Deus, Pátria, Família e Liberdade. Tensões familiares são naturais, mas não podem paralisar o projeto de resgate do Brasil. A verdadeira ameaça é o autoritarismo judicial que silencia dissidência conservadora.

A carta de Bolsonaro é um chamado à mobilização. A direita deve responder com unidade, não recuos.