Um repórter classificou o discurso religioso de Michelle Bolsonaro como “fanatismo religioso” e “perigosíssimo para a democracia”. Dias depois, veio à tona projeto de pesquisa de professor da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) que utiliza o termo “cristofascismo bolsonarista” para analisar obras de Machado de Assis. A conexão não é coincidência: faz parte de uma narrativa coordenada da esquerda para atacar a fé cristã quando ela se alia à direita.

IMPRENSA ATACA MICHELLE POR EXPRESSAR FÉ

Em comentário televisivo, o jornalista afirmou que o “discurso da Michelle Bolsonaro, esse fanatismo religioso, é perigosíssimo para a democracia”. A crítica não se baseia em atos concretos, mas na simples manifestação pública de valores cristãos por uma liderança conservadora. O padrão se repete: sempre que evangélicos ou católicos conservadores defendem família, vida e valores tradicionais, a mídia progressista rotula como ameaça democrática.

“CRISTOFASCISMO” COMO ARMA ACADÊMICA CONTRA A DIREITA

O professor Vitor Cei, da Ufes, foi autorizado pelo reitor a desenvolver em Portugal projeto que analisa os primeiros romances de Machado de Assis “à luz do cristofascismo bolsonarista”. O termo, adaptado de conceito criado na década de 1970 pela teóloga alemã Dorothee Sölle para criticar igrejas no nazismo, é usado por pesquisadores brasileiros como Fábio Py para associar segmentos do cristianismo ao movimento bolsonarista.

Não se trata de conceito jurídico, nem de classificação oficial. É uma construção ideológica para deslegitimar a participação política de cristãos conservadores, especialmente evangélicos, que formam base eleitoral importante da direita.

NARRATIVA DA ESQUERDA REVELA INTOLERÂNCIA

A sequência é clara: primeiro, a imprensa ataca Michelle Bolsonaro por seu discurso de fé. Em seguida, a academia cria e populariza rótulos como “cristofascismo bolsonarista” para enquadrar o cristianismo conservador como fenômeno autoritário. O objetivo é o mesmo: pintar a direita cristã como ameaça à democracia, enquanto ignoram ou relativizam extremismos de outros grupos.

Essa estratégia de militância esquerdista busca isolar e criminalizar milhões de brasileiros que professam a fé cristã e defendem valores alinhados à família e à tradição. Em vez de debater ideias, a esquerda prefere rotular e estigmatizar.

DEFESA DA LIBERDADE RELIGIOSA

Para a direita conservadora e bolsonarista, a manifestação pública de fé não é fanatismo nem ameaça à democracia — é exercício legítimo de liberdade religiosa e de expressão. Michelle Bolsonaro representa milhões de brasileiros que não aceitam ser silenciados por uma elite cultural que só tolera religião quando ela serve à agenda progressista.

O uso de termos como “cristofascismo” revela mais sobre a intolerância ideológica da esquerda do que sobre qualquer suposto risco à democracia.