MICHELIN FECHA FÁBRICA COM MAIS DE 70 ANOS NO BRASIL E DEMITE 350 TRABALHADORES: MAIS UM SINTOMA DO COLAPSO INDUSTRIAL
Multinacional francesa encerra unidade em Guarulhos (SP) por não conseguir competir com importados asiáticos vendidos abaixo do custo. Decisão expõe o fracasso do modelo econômico petista, com carga tributária asfixiante, burocracia e falta de segurança jurídica que afugentam quem quer produzir no Brasil.
A Michelin, uma das maiores fabricantes de pneus do mundo, concluiu o fechamento de sua fábrica em Guarulhos, na Grande São Paulo, resultando na demissão de cerca de 350 trabalhadores. A unidade, com mais de 70 anos de história industrial, produzia câmaras de ar para motos e bicicletas, pneus industriais e componentes semiacabados. A empresa atribuiu a decisão à "supercapacidade" gerada por importados asiáticos, muitas vezes vendidos abaixo do custo de produção local.
Mais um golpe na indústria brasileira, que continua sangrando empregos e soberania produtiva sob o governo Lula/PT.
FECHAMENTO REFLETE DESESPERO DA INDÚSTRIA BRASILEIRA
A planta de Guarulhos, incorporada pela Michelin após aquisição da Levorin, não resistiu à concorrência desleal. A multinacional francesa manteve outras operações no Brasil (Manaus, Resende, Campo Grande etc.), mas optou por encerrar a unidade paulista, que empregava 350 dos mais de 8 mil colaboradores no país. Negociações com o sindicato incluíram pacote de rescisão acima do exigido por lei.
GOVERNO PT ACELERA DESESTRUTURAÇÃO INDUSTRIAL
Enquanto a esquerda celebra "soberania" e intervencionismo estatal, a realidade é brutal: alta carga tributária, custo Brasil elevado, energia cara, burocracia infernal e ausência de políticas de proteção à produção nacional empurram empresas para o exterior. Importados da Ásia, muitas vezes com subsídios ou dumping, destroem empregos brasileiros. A Michelin admitiu derrota explícita: não é falta de qualidade da mão de obra, mas inviabilidade econômica causada pelo ambiente hostil.
REAÇÃO DOS TRABALHADORES E IMPACTO LOCAL
Os 350 demitidos em Guarulhos representam famílias inteiras afetadas em um setor estratégico. A desindustrialização acelerada no governo Lula contrasta com promessas eleitorais e revela o custo real das políticas estatistas: menos investimentos, menos empregos formais e mais dependência de importados.
DIREITA CONSERVADORA COBRA MUDANÇA DE RUMO
Para bolsonaristas e defensores da liberdade econômica, casos como o da Michelin reforçam a necessidade urgente de redução drástica de impostos, desburocratização e defesa da indústria nacional. Sem segurança jurídica e ambiente favorável aos que produzem, o Brasil continuará perdendo fábricas, tecnologia e oportunidades para a Ásia e outros competidores.
A soberania nacional passa por fábricas funcionando, não por discursos ideológicos. Enquanto o governo prioriza narrativas, a indústria sangra.

