O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, discursou nesta quinta-feira (16 de julho de 2026) na Reunião Ministerial sobre o Ressurgimento do Terrorismo Político, realizada em Washington. No evento que reuniu representantes de mais de 60 países, Rubio quebrou o politicamente correto ao afirmar que o terrorismo político contemporâneo tem raízes profundas na esquerda radical, movida por um “ódio cego à civilização” e pela vontade de destruir o que não consegue construir.

Rubio denunciou que grupos como a Antifa operam em redes transnacionais com conexões a regimes hostis, como os de Cuba e do Irã. Ele defendeu uma reestruturação completa do contraterrorismo global para asfixiar financeiramente essas organizações e proteger os valores ocidentais.

CRÍTICA DIRETA AO COMUNISMO

Em um dos trechos mais contundentes, o secretário de Estado demoliu a narrativa de que o comunismo “é bom na teoria, mas ruim na prática”.

“Na verdade, o comunismo não parece bom nem na teoria. O mundo que ele projeta é um mundo sem coragem, sem ambição e sem Deus”, afirmou Rubio. Ele descreveu a ideologia como geradora de um mundo cinza, nivelado por baixo, onde a inveja e o ressentimento substituem a excelência e a liberdade.

REDES TRANSNACIONAIS DA ESQUERDA VIOLENTA

Rubio destacou que a extrema-esquerda não age de forma isolada. Segundo ele, militantes da Antifa coordenam ataques, propaganda e financiamento através de canais criptografados, viajando entre Europa e Américas. O secretário apontou o regime cubano como mantenedor de uma vasta rede de inteligência e ideologia que ajudou a construir a esquerda radical no hemisfério e ainda mantém ligações ativas com esses grupos. Também citou redes proxy iranianas cada vez mais conectadas a militantes de esquerda.

Ele lembrou dados históricos: entre 1970 e 1980, 93% dos ataques terroristas no Ocidente foram perpetrados por extremistas de esquerda. Hoje, segundo dados do Departamento de Estado, a proporção de violência de esquerda nos EUA voltou a níveis elevados.

CHAMADO À AÇÃO GLOBAL

Rubio conclamou os países presentes a desmantelar essas redes “ladrilho por ladrilho” e anunciou medidas concretas, como restrições de visto a membros de grupos terroristas de extrema-esquerda. O discurso reforça a estratégia da administração Trump de tratar o terrorismo de esquerda com a mesma seriedade que foi dada ao jihadismo.

REAÇÃO E CONTEXTO

A iniciativa de Rubio é celebrada pela direita conservadora e bolsonarista como um marco no combate ao avanço ideológico que ameaça a liberdade, a propriedade e os valores tradicionais. Enquanto a esquerda mainstream tenta minimizar a ameaça ou rotulá-la como “exagero”, os fatos — violência da Antifa, assassinatos políticos, ataques a infraestrutura e conexões com ditaduras — mostram que o problema é real e transnacional.

O evento marca uma mudança de paradigma: o Ocidente finalmente reconhece que o maior risco atual não vem apenas de fanatismo religioso, mas também do totalitarismo secular de esquerda que odeia a civilização que não consegue igualar.