Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, realizou 1.531 transações bancárias entre janeiro de 2022 e janeiro de 2026, movimentando um total de R$ 19,5 milhões, segundo quebra de sigilo analisada pela CPMI do INSS. No período, houve cerca de R$ 9,77 milhões em créditos e R$ 9,75 milhões em débitos. A maior parte das entradas veio de resgates de fundos de investimento (R$ 4,4 milhões).

Os extratos também registram três transferências do presidente Lula ao filho, totalizando R$ 721 mil (a maior, de R$ 384 mil, em julho de 2022). Lulinha transferiu R$ 704 mil em 17 operações para Jonas Leite Suassuna Filho, ex-sócio, e R$ 750 mil para outro ex-sócio, Kalil Bittar. A defesa afirma que as fontes de renda são legais e legítimas, incluindo adiantamento de herança e pagamentos de aluguel ou cotas.

Os dados, originalmente divulgados em março de 2026 e agora retomados em redes, integram as investigações da CPMI do INSS sobre possíveis irregularidades. A defesa de Lulinha criticou a exposição dos extratos e classificou o vazamento como criminoso. O caso permanece sob análise parlamentar e judicial.