O presidente Lula foi aconselhado por aliados a adiar a indicação de um novo nome ao Supremo Tribunal Federal após a derrota constrangedora de Jorge Messias, seu primeiro escolhido. Em vez de aceitar o conselho com serenidade, Lula perdeu a linha e disparou um pesado “filho da p*ta!” contra aqueles que bloquearam sua vontade. A revelação foi feita pela colunista Andreza Matais, do Metrópoles, e viralizou rapidamente nas redes sociais, expondo o lado intempestivo do presidente quando seus planos de aparelhamento do Judiciário são frustrados.

O QUE REALMENTE ACONTECEU NOS BASTIDORES DO PLANALTO

Após Messias não conseguir os votos necessários no Senado — especialmente por resistência de figuras como o presidente Davi Alcolumbre —, Lula cobrou atuação mais firme de seus aliados. Em conversas reservadas com ministros do Judiciário na última semana, o presidente demonstrou irritação e usou o palavrão ao se referir aos responsáveis pela derrota. A recomendação para adiar a nova indicação visa “abaixar a temperatura política”, mas Lula parece pouco disposto a engolir a humilhação. O episódio revela que o “negociador habilidoso” perde o controle quando o Senado não se curva aos seus desejos.

A HIPOCRISIA DA ESQUERDA QUE SEMPRE ACUSOU BOLSONARO

Durante anos, a esquerda e a grande mídia pintaram Jair Bolsonaro como um “descontrolado”, “autoritário” e “ameaça à democracia” por qualquer declaração mais dura. Agora, o próprio Lula — o “pai dos pobres”, o “homem pacífico” — é flagrado xingando de forma vulgar quem o contraria politicamente. O silêncio ensurdecedor dos mesmos veículos que repercutiam cada palavra de Bolsonaro é mais uma prova da hipocrisia seletiva: palavrão de Lula é “desabafo compreensível”; qualquer coisa de Bolsonaro era “ataque à democracia”.

IMPLICAÇÕES PARA O GOVERNO E O STF

A derrota de Messias — o homem que se orgulhava de ter pedido as prisões do 8 de janeiro — foi um duro golpe no projeto de Lula de controlar ainda mais o Supremo. Com o Senado demonstrando alguma resistência, o Planalto tenta recalcular a rota. Porém, a explosão de Lula mostra fragilidade: o presidente, que se apresenta como experiente estadista, reage com raiva quando contrariado. Isso enfraquece sua imagem e alimenta o descontentamento mesmo entre aliados. Em ano pré-eleitoral, esse tipo de comportamento só aumenta a percepção de um governo irritado e enfraquecido.

O RECADO CLARO PARA A OPOSIÇÃO

A direita sai fortalecida desse episódio. Enquanto Lula xinga nos bastidores, o povo brasileiro assiste a um governo cada vez mais distante da realidade e obcecado por controlar o Judiciário. A tentativa de emparelhar o STF continua, mas agora com mais resistência — e com a máscara de “presidente cordial” caindo de vez.