O que parecia ser apenas uma rusga diplomática acaba de se transformar em um plano de sobrevivência política com consequências potencialmente catastróficas. O presidente Lula decidiu dobrar a aposta contra Donald Trump ao manter o veto à entrada de um assessor direto da Casa Branca em solo brasileiro. Segundo informações repercutidas pela Gazeta do Povo e pela BBC News Brasil, a estratégia por trás desse confronto não é técnica, mas puramente eleitoral: Lula acredita que "peitar" o líder republicano pode inflamar sua base e aumentar sua popularidade interna. No entanto, o preço dessa manobra está sendo calculado em tons de tragédia nos bastidores do Congresso, onde opositores já falam abertamente sobre o risco de o Brasil ser arrastado para um cenário de hostilidade sem precedentes, incluindo o temor de sanções severas ou, em um cenário extremo, uma instabilidade que flerta com o conceito de guerra diplomática e econômica.

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