O cenário diplomático entre Brasil e Estados Unidos atingiu um ponto de ebulição nesta sexta-feira. O presidente Lula declarou abertamente que um assessor direto do governo de Donald Trump está proibido de ingressar em território brasileiro. A justificativa, fundamentada em uma política de "reciprocidade" agressiva, é de que a entrada do oficial americano só será permitida se o ministro das Relações Institucionais do Brasil, Alexandre Padilha, tiver sua entrada liberada nos Estados Unidos. A decisão, confirmada por veículos como o G1 e o Metrópoles, marca uma ruptura drástica na cortesia internacional e coloca o Brasil em uma rota de colisão direta com a maior potência do mundo, ignorando os riscos de retaliações severas que podem paralisar setores estratégicos da nossa economia.

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