LUCIANO HANG DENUNCIA PERSEGUIÇÃO DO MPF POR USO DA BANDEIRA
Empresário critica notificação do Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul contra sacolas da Havan com cores nacionais, apontando tentativa de criminalizar o patriotismo.
O empresário Luciano Hang, proprietário das Lojas Havan, denunciou publicamente o que classifica como uma perseguição institucional promovida pelo MPF-MS (Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul). O conflito jurídico surgiu após a instituição notificar a rede varejista devido à utilização de sacolas plásticas estampadas com a Bandeira do Brasil, alegando possível irregularidade no uso dos símbolos nacionais para fins comerciais. De acordo com vídeo publicado pelo canal Jornal Midiamax e repercutido nas redes sociais do empresário, Hang aparece ao lado de assessores e de uma grande amostra do material gráfico, defendendo que a iniciativa visa apenas incentivar o orgulho nacional e o civismo entre os consumidores. Na gravação, o empresário destaca que a frase estampada — "O Brasil que queremos só depende de nós" — reforça uma mensagem de responsabilidade individual e otimismo, e não uma estratégia de marketing indevida. O MPF, por sua vez, atua com base na Lei 5.700/1971, que regula a forma e a apresentação dos símbolos nacionais, proibindo seu uso em rótulos ou invólucros de produtos que possam ser considerados desrespeitosos. Historicamente, Luciano Hang tem sido um dos maiores entusiastas do uso das cores verde e amarela no ambiente corporativo, o que gera frequentes embates com órgãos de fiscalização que veem na prática uma confusão entre identidade empresarial e símbolos de Estado. No plano político, a medida é vista por parlamentares da oposição como um exemplo de ativismo judicial e burocrático destinado a constranger figuras alinhadas ao campo conservador. O desdobramento do caso pode envolver a aplicação de multas ou a obrigatoriedade de retirada do material de circulação, caso a Justiça Federal acolha o entendimento do Ministério Público. Para o cidadão conservador, essa ação representa um avanço perigoso do Estado sobre a liberdade de expressão e uma tentativa de impedir que o setor privado manifeste amor à pátria, caracterizando o que muitos chamam de "perseguição ao patriotismo" sob o pretexto de rigor técnico jurídico.

