O grupo J&F, de propriedade dos empresários Joesley Batista e Wesley Batista, realizou transferências financeiras que abasteceram a compra de um resort pertencente à família do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal. De acordo com reportagem da Revista Oeste de maio de 2026, os recursos foram destinados a uma empresa envolvida na transação do empreendimento, expondo uma ligação direta entre a holding beneficiada por decisões judiciais e o patrimônio de parentes do magistrado. A denúncia, amplificada por parlamentares do Partido Novo, reforça críticas sobre o aparelhamento das instituições e a promiscuidade entre o setor privado e a cúpula do Judiciário brasileiro.