INÉRCIA DO GOVERNO LULA NA AUDIÊNCIA CONTRA TARIFAÇO É CRITICADA ATÉ PELA IMPRENSA TRADICIONAL
Silêncio do Planalto, que não enviou representantes oficiais à audiência do USTR, gera revolta e análises duras sobre estratégia política do PT.
A ausência de representantes do governo federal na audiência pública do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) sobre o tarifaço de 25% contra produtos brasileiros tem sido alvo de críticas, inclusive de veículos da imprensa tradicional. O Palácio do Planalto optou por acompanhar o evento apenas como observador, sem participação ativa.
Analistas como Lourival Sant'Anna, da CNN, destacaram a omissão como um cálculo político do PT: torcer para que as sanções sejam aplicadas e, posteriormente, atribuir a culpa à família Bolsonaro e à oposição.
CRÍTICAS À ESTRATÉGIA DO GOVERNO
A avaliação é de que a inércia do governo Lula expõe uma estratégia de vitimização, priorizando narrativa política em detrimento da defesa ativa dos interesses brasileiros no comércio exterior. Enquanto isso, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) participou presencialmente da audiência, defendendo o adiamento das tarifas.
CONTEXTO DA AUDIÊNCIA
A sessão, realizada nos dias 6 e 7 de julho em Washington, reuniu contribuições de empresas americanas (como Tesla, Coca-Cola e Nestlé) contrárias às tarifas, além de produtores locais favoráveis. O governo brasileiro enviou manifestações por escrito, mas evitou engajamento direto.

