O general de divisão reformado Gerardo Mérida Sánchez, ex-secretário de Segurança Pública de Sinaloa, entregou-se às autoridades dos Estados Unidos no Arizona e foi transferido para Nova York. Acusado de receber subornos mensais de 100 mil dólares do Cartel de Sinaloa, Sánchez tornou-se testemunha protegida. Conforme reportagem do jornal El Universal, o militar levou uma caixa com vídeos e arquivos eletrônicos contendo provas de que a ordem para libertar o megatraficante Ovidio Guzmán, em 2019, partiu diretamente da presidência esquerdista de Andrés Manuel López Obrador. O escândalo incendiou as redes sociais, com analistas conservadores apontando que as evidências escancaram a criminosa consolidação do narcoestado sob a égide do socialismo mexicano.