FUGA DE BOLSONARO COM AJUDA DE TRUMP: ESQUERDA CRIA NARRATIVA E IGNORA RELATÓRIO MÉDICO DO DFSTAR.
Diante da comoção popular e da fragilidade de Lula nas pesquisas, militância e aliados do governo espalham teorias conspiratórias sobre caminhada de 5 km e suposta fuga com ajuda de Trump; laudo médico, no entanto, confi
Enquanto o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) luta contra uma broncopneumonia bilateral na UTI do Hospital DF Star, a militância petista e setores da imprensa alinhados ao governo Lula mergulharam de cabeça na mais sórdida e desesperada tentativa de manipular a opinião pública. Incapazes de apresentar resultados na economia e vendo a popularidade do presidente Lula despencar para 25%, a estratégia agora é clara: transformar a internação de um adversário político, que corre risco real de morte, em um enredo de novela mexicana, com direito a teorias conspiratórias envolvendo Donald Trump, caminhadas de 5 km e um suposto "ensaio de fuga". O combustível para essa narrativa rasteira foi um laudo médico da Papudinha, divulgado pelo portal Metrópoles, que mostrou que, na noite anterior à crise, Bolsonaro estava lúcido e havia se exercitado. Para a esquerda, que vive de factoides, isso não é um sinal de vitalidade, mas sim a "prova" de que toda a internação é uma farsa. O que o PT e seus aliados tentam esconder, no entanto, é que a medicina não é uma ciência exata, e que a velocidade de uma infecção devastadora, especialmente em um paciente com o histórico cirúrgico de Bolsonaro, pode, sim, ser fulminante. Mas a verdade, para eles, é o que menos importa. O que importa é desviar o foco do verdadeiro escândalo: o governo Lula acuado, o caso Master queimando ministros do STF e a certeza de que, sem Bolsonaro na disputa, a reeleição do petista seria um passeio no parque.
_A "Caminhada de 5 km" e a Ignorância Seletiva da Esquerda_
A grande "prova" usada pela militância para atacar Bolsonaro e seus apoiadores é o laudo que atesta que ele caminhou 5 km na noite de quinta-feira, 12 de março. "Estava ótimo e, de repente, morrendo? É farsa!", bradam os perfis anônimos nas redes sociais. O que essa narrativa ignora, propositalmente, é o conteúdo completo do laudo e as declarações dos próprios médicos que assistem o ex-presidente.

O documento, assinado pela médica Ana Cristina Neves, da Secretaria de Saúde do DF, não é um atestado de saúde plena, mas sim o registro de um plantão. É verdade que Bolsonaro estava lúcido, orientado e havia caminhado. Mas o mesmo documento, como reportou o Metrópoles, já mencionava um "pouco de crise de soluço". Horas depois, na madrugada, o quadro se inverteu radicalmente: febre alta, calafrios, queda da saturação de oxigênio para 82%. Os médicos particulares de Bolsonaro, incluindo o cirurgião Cláudio Birolini, foram enfáticos ao descrever a situação: uma infecção de progressão rápida, "potencialmente mortal", que exigiu atendimento imediato. Birolini, que não é um militante de ocasião, mas um médico respeitado, afirmou que a pneumonia aspirativa pode, sim, levar um paciente à morte em poucas horas se não tratada . A esquerda, no entanto, prefere acreditar em roteiristas de internet do que em médicos. É a velha tática de jogar a ciência no lixo quando ela não convém à narrativa.
Para um leigo, pode parecer estranho que alguém que caminhou 5 km desenvolva uma infecção grave horas depois. Para a medicina, não. Infecções bacterianas, especialmente em pessoas com o organismo debilitado por cirurgias anteriores e pelo estresse do cárcere, podem evoluir de forma avassaladora. A bactéria pode estar incubada e, de repente, se espalhar. A queda abrupta da saturação de oxigênio é um sinal clássico de que o pulmão está sendo tomado pela infecção. Mas tentar explicar isso a quem está cego pelo ódio político é perda de tempo.
_A "Visita de Trump" e a Paranoia da Ingerência_
O segundo pilar da teoria conspiratória esquerdista é a coincidência temporal entre a crise de Bolsonaro e o veto do ministro Alexandre de Moraes à visita do assessor de Donald Trump, Darren Beattie. Para a militância, isso não é coincidência: é um plano de fuga orquestrado pela CIA e pela Casa Branca. Bolsonaro fingiria estar morrendo para ser levado a um hospital particular, de onde seria resgatado por um helicóptero e levado para os EUA.

A tese é tão ridícula quanto cinematográfica. Primeiro, porque o "arsenal de segurança" montado por Alexandre de Moraes ao redor do hospital – com PMs vigiando 24 horas, proibição de celulares e acesso controlado – serve exatamente para impedir qualquer tentativa de contato externo ou fuga. Se o objetivo da esquerda é pintar Moraes como um carcereiro implacável, eles estão, na verdade, elogiando o próprio sistema que dizem defender. Segundo, porque, se fosse uma fuga orquestrada, o plano certamente não incluiria uma ambulância do Samu e um hospital cheio de câmeras e seguranças.
O que a esquerda não suporta admitir é que a vinda de Beattie ao Brasil era um ato de afirmação da direita. O assessor de Trump queria visitar um aliado político que está preso sob a acusação de ter tentado evitar que o Brasil se tornasse uma republiqueta de bananas governada por um populista corrupto. A visita foi barrada porque o governo Lula e o STF sabem que o apoio internacional a Bolsonaro é um problema. Transformar a internação do ex-presidente em um "plano de fuga" é a forma que encontraram para justificar o injustificável: que um representante da maior potência do mundo foi proibido de colocar os pés no Brasil para ver um preso político. É mais fácil chamar de "ameaça à soberania" do que admitir que o Brasil virou motivo de piada no cenário internacional sob o comando de Lula.
_O Desespero do PT: Por Que a Esquerda Precisa Que Bolsonaro Morra ou Fuja_
Por trás de toda essa cortina de fumaça, há um dado inegável: o governo Lula está em frangalhos. Com a popularidade positiva oscilando entre 25% e 26%, como alertou o cientista político Alberto Carlos Almeida , o PT sabe que uma eventual saída de Bolsonaro do jogo eleitoral – seja por doença, prisão perpétua ou fuga – é a única chance de Lula respirar aliviado. Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o herdeiro político, já empata tecnicamente com Lula nas pesquisas de segundo turno , mas a máquina de guerra da esquerda sabe que enfrentar o filho não é o mesmo que enfrentar o pai. O fantasma de Bolsonaro, mesmo atrás das grades, assombra o Planalto.
Se Bolsonaro morrer, vira mártir. Se fugir, vira lenda. De qualquer forma, a narrativa que a esquerda tenta emplacar – a de que ele está fingindo estar doente para escapar – é uma admissão de derrota. É o reconhecimento de que, sem ele no páreo, a disputa seria mais fácil. Por isso, atacam com tanta virulência. Por isso, transformam um laudo médico em peça de ficção. Por isso, veem um plano de fuga onde só existe um homem doente, lutando pela vida, enquanto uma nação dividida torce ou reza, cada um à sua maneira.
Enquanto a militância petista gasta seus dias criando teorias conspiratórias nos comentários do Instagram, os fatos são teimosos: Jair Bolsonaro está na UTI, com uma infecção grave, sem previsão de alta, e os médicos que o tratam falam em risco de morte. A única fuga que está em curso é a da responsabilidade fiscal, da credibilidade internacional e da decência política por parte do governo Lula. Essa, sim, uma fuga em ritmo acelerado e sem volta.
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