FLÁVIO EM CABO FRIO: IMPACTO ZERO NO DARK HORSE — “GRAÇAS A DEUS, CAIU” O SIGILO
Em comício na Região dos Lagos, o presidenciável do PL celebra a abertura das informações, fala em atestado de idoneidade e cobra o mesmo padrão no caso do INSS, segundo a VEJA.
“Eu sempre disse que não tem absolutamente nada de errado nesse filme. Então eu estou muito tranquilo. Eu acho que o impacto é zero [na campanha]. Está tudo aberto para quem quiser ver.” Em Cabo Frio, na Região dos Lagos, neste sábado (12), o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) abriu o jogo sobre o fim do sigilo do caso Dark Horse e celebrou a transparência: “Graças a Deus, caiu.” Segundo a VEJA, o senador classificou a divulgação como “atestado de idoneidade” e reforçou que a relação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro foi “privada” e destinada a um “filme privado”. “Não tem nada de público. Então eu fico feliz que isso vem à tona”, afirmou em entrevista a jornalistas. 
Um dia após a abertura do sigilo do Caso Master, determinada pelo ministro do STF Edson Fachin, Flávio voltou a dizer que não há irregularidades na produção da cinebiografia e que os recursos utilizados são privados. Na agenda de campanha, declarou que a retirada do sigilo impede que o caso continue sendo usado contra ele: “Agora essa narrativa não vai mais poder ser usada contra mim.” O inquérito que investiga o presidenciável foi autorizado em julho pelo ministro André Mendonça, relator da apuração, conforme a VEJA. ![]()
No mesmo ato em Cabo Frio, o candidato cobrou a abertura do sigilo da investigação sobre fraudes no INSS, que apura descontos indevidos em aposentadorias e pensões — cobrança de isonomia que a VEJA registrou na agenda de campanha. Também voltou a criticar o ministro Alexandre de Moraes e o STF e direcionou ataques a Lula, com apoiadores puxando o coro “Fora Lula, Fora Moraes e Fora Paes” na abertura do evento. A linha do presidenciável, segundo a revista, é de tranquilidade eleitoral: impacto zero e alívio pela queda do sigilo. 

