Ficou evidente o desinteresse do governo Lula em defender ativamente os interesses brasileiros nas audiências públicas sobre tarifas impostas pelos Estados Unidos. O Ministério das Relações Exteriores informou que a Embaixada enviará representantes apenas como observadores, sem apresentar manifestação formal do governo.

FLÁVIO BOLSONARO NA LINHA DE FRENTE

Enquanto isso, o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) está em Washington participando ativamente das audiências. Em nota, sua assessoria reforçou que ele defenderá que as sobretaxas interessam e favorecem Lula, pois o governo petista “prefere protelar negociações sérias e provocar o governo americano para gerar uma retaliação com punição às empresas brasileiras”.

CONTRASTE CLARO

O vácuo deixado pelo governo federal é ocupado pela oposição bolsonarista. Flávio tem sido a principal voz conservadora no front econômico, argumentando tecnicamente e politicamente contra as tarifas, ao mesmo tempo em que expõe a inércia e a estratégia de vitimismo do Planalto.

IMPACTO PARA O BRASIL

A postura do governo Lula reforça a narrativa de que, em momentos de pressão internacional, o petismo prioriza narrativas ideológicas em vez de defender a indústria, o agronegócio e os empregos brasileiros. Flávio Bolsonaro assume o papel de defensor dos interesses nacionais.