FILHA DE OSWALDO EUSTÁQUIO É AGREDIDA EM BOATE EM BRASÍLIA E SOFRE FRATURA NA COLUNA
Mariana Eustáquio, de 18 anos, foi hospitalizada após ser agredida em meio a uma confusão na boate Contexto Bar, no Setor de Clubes Sul, enquanto assistia ao jogo Brasil x Marrocos pela Copa do Mundo. A jovem, que já é alvo de perseguição judicial desde os 16 anos por ser filha do jornalista, teve o cabelo puxado, caiu, bateu a cabeça, perdeu a consciência e sofreu fratura por compressão na vértebra L2. Oswaldo Eu...
Na noite de 13 de junho de 2026, Mariana Eustáquio, 18 anos, foi agredida durante uma briga na boate Contexto Bar, em Brasília. A jovem estava com amigas acompanhando a transmissão do jogo entre Brasil e Marrocos pela Copa do Mundo Fifa de 2026. Segundo relatos, Mariana tentou separar uma confusão envolvendo uma amiga quando um dos agressores puxou seu cabelo com violência. Ela caiu de costas, bateu a nuca, perdeu a consciência e precisou ser hospitalizada no Hospital Santa Lúcia. O laudo médico, assinado pela dra. Mônica da Rocha Leão de Magalhães na manhã de 14 de junho, confirma trauma craniano e pequena fratura por compressão na vértebra L2, na região lombar. A jovem relatou perda de sensibilidade no pé direito e permanece sob medicação.
CONTEXTO E HISTÓRICO
O caso ocorre enquanto o pai de Mariana, o jornalista Oswaldo Eustáquio, vive exilado na Espanha devido a mandados de prisão emitidos pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. Eustáquio é acusado de crimes como ameaça, corrupção de menores e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito em razão dos atos de 8 de janeiro de 2023 — acusações que ele nega publicamente. A Espanha negou repetidamente o pedido de extradição do Brasil, reconhecendo motivação política na perseguição. Mariana, ainda adolescente, já foi alvo de busca e apreensão, teve passaporte apreendido, contas bloqueadas e redes sociais restritas simplesmente por ser filha de seu pai. Essa perseguição familiar é vista pela direita como exemplo clássico de ativismo judicial e uso do Estado para calar vozes dissidentes.
PERSONAGENS E ENVOLVIDOS
- Mariana Eustáquio (18 anos): vítima da agressão, filha do jornalista.
- Oswaldo Eustáquio: pai da jovem, jornalista bolsonarista exilado na Espanha.
- Alexandre de Moraes: ministro do STF responsável pelos mandados contra a família.
- Boate Contexto Bar (Setor de Clubes Sul, Brasília): local do incidente.
- Hospital Santa Lúcia: unidade que atendeu Mariana e emitiu o laudo.
- Imprensa: veículos como Metrópoles noticiaram o fato de forma factual.
REAÇÕES
Oswaldo Eustáquio manifestou profunda preocupação e sentimento de impotência: “Minha filha está com o passaporte apreendido, contas bloqueadas, foi alvo de busca e apreensão aos 16 anos — simplesmente por ser minha filha. Hoje acordo com a notícia de que ela foi agredida. Ela não sente o pé direito”. Nas redes sociais, a direita e bolsonaristas expressaram revolta, associando o caso à perseguição contínua promovida pelo STF contra conservadores e suas famílias. Muitos cobraram punição rigorosa aos agressores e criticaram o ambiente de insegurança e vingança política criado no Brasil. Não há, até o momento, posicionamento oficial detalhado do governo ou de autoridades sobre a agressão específica.
CONSEQUÊNCIAS
Mariana enfrenta dor, imobilização parcial, perda de sensibilidade no pé direito e sequelas potenciais da fratura na coluna. O episódio reforça o drama vivido por famílias de perseguidos políticos: a filha sofre fisicamente no Brasil enquanto o pai é impedido de retornar. O caso expõe contradições da segurança jurídica no país — onde jovens são penalizados por laços familiares e o Estado parece mais focado em calar opositores do que em proteger cidadãos comuns.
POSSÍVEIS DESDOBRAMENTOS
Espera-se investigação policial para identificar e punir os responsáveis pela agressão. O caso pode ganhar repercussão maior nas redes conservadoras, ampliando o debate sobre perseguição política a familiares de bolsonaristas. A fragilidade física de Mariana e o exílio do pai alimentam críticas ao ativismo judicial de Alexandre de Moraes, que transforma dissidência em crime e estende sanções a parentes.

