O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), rebateu formalmente o novo relatório divulgado pelo Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, que aponta graves violações à liberdade de expressão no Brasil. De acordo com informações veiculadas pela CNN Brasil em 3 de abril de 2026, Fachin afirmou que o documento contém "caracterizações distorcidas" das decisões da Corte brasileira. O relatório norte-americano foca especialmente na atuação do ministro Alexandre de Moraes, acusando-o de impor medidas de censura que alcançam inclusive conteúdos publicados em solo americano, afetando plataformas como X (antigo Twitter) e Rumble.

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