O governo de Donald Trump reafirmou as sancoes impostas contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes ao justificar a aplicacao de sancoes com base na Lei Magnitsky. Segundo o Departamento de Estado dos Estados Unidos, decisoes do magistrado teriam comprometido direitos humanos e limitado a liberdade de expressao.

A manifestacao ocorreu em resposta a questionamentos de congressistas dos Estados Unidos. No documento, o orgao afirmou que a punicao se apoiou em registros de supostas violacoes graves e acusou Moraes de utilizar o cargo para determinar prisoes preventivas consideradas injustas e restringir manifestacoes publicas.

O governo americano tambem questionou decisoes que determinaram a retirada de perfis e publicacoes de plataformas digitais. Na avaliacao do departamento, ordens sigilosas teriam atingido criticos politicos e conteudo que, segundo os EUA, estaria protegido pela liberdade de expressao. Alexandre de Moraes foi alvo de sancoes em julho de 2025, mas deixou a lista da Magnitsky em dezembro do mesmo ano. Apesar da retomada das criticas, a resposta nao anunciou novas punicoes.