A reeleição de Lula deu novo fôlego à esquerda latino-americana e europeia, segundo reportagem da GloboNews. Em meio ao avanço da direita na região, gestos como o “fazer o L” marcaram posição no México e no Chile, enquanto a experiência digital brasileira inspira campanhas no exterior.

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, abriu sua coletiva fazendo o L e classificou a vitória de Lula como “sopro de ar fresco” para a América Latina. No Chile, a bancada do Partido Socialista repetiu o gesto no Congresso. O primeiro-ministro espanhol Pedro Sánchez afirmou que “o que aconteceu no Brasil acontecerá na Espanha” e convidou o deputado André Janones (Rede), coordenador do “Exército do Lula”, para impulsionar sua campanha digital.

Outros grupos de esquerda replicam a estratégia: kirchneristas na Argentina mobilizam canais contra a reeleição de Milei, e na França a “Equipe do Mélenchon” soma centenas de milhares. Nos EUA, o prefeito de Nova York Zohran Mamdani também exaltou o presidente brasileiro.

O episódio mostra a articulação internacional da esquerda progressista em torno da vitória petista e da cartilha digital usada no segundo turno brasileiro.