Os países membros da Aliança Escudo das Américas emitiram declaração conjunta de apoio ao governo boliviano de Rodrigo Paz e repúdio a tentativas de desestabilização por meio de protestos e bloqueios. A nota adverte que não se permitirá o derrube de governos democraticamente eleitos com apoio de organizações criminosas ou narcotraficantes.

A manifestação reforça o caráter da iniciativa promovida por Donald Trump: defesa da soberania nacional, combate ao narcotráfico e preservação da ordem constitucional contra ações desestabilizadoras típicas da esquerda regional.

BOLÍVIA SOB PRESSÃO DE GRUPOS ANTI-GOVERNAMENTAIS

Rodrigo Paz, alinhado a uma agenda mais conservadora ou de centro-direita, enfrenta forte contestação nas ruas. Os bloqueios e protestos, segundo a aliança, vão além de reivindicações legítimas e visam romper o equilíbrio institucional com métodos já conhecidos em outros países da região, muitas vezes com infiltração de interesses ilícitos.

ESCUDO DAS AMÉRICAS COMO BARREIRA CONTRA O CAOS

A aliança, que reúne nações comprometidas com segurança regional e combate ao narcoterrorismo, surge como contraponto às políticas lenientes que permitiram o avanço do crime organizado e do bolivarianismo. O posicionamento em defesa da Bolívia sinaliza que tentativas de "primavera" ou golpes disfarçados de protestos populares não serão toleradas.

Para a direita conservadora latino-americana, o Escudo representa esperança de estabilidade, soberania e cooperação real contra ameaças comuns, em oposição ao globalismo e ao Foro de São Paulo.

REAÇÃO ESPERADA DA ESQUERDA

Como de costume, setores alinhados à esquerda já tentam desqualificar a declaração como "intervencionismo imperialista". No entanto, o respaldo à ordem constitucional democraticamente eleita expõe a hipocrisia de quem defende "democracia" apenas quando o poder está nas mãos de seus aliados.