EDUARDO BOLSONARO DESMASCARA CONSÓRCIO DE MÍDIA E EXPÕE A VERDADE SOBRE FILME DE JAIR BOLSONARO
Em entrevista à emissora internacional TMC, ex-deputado e produtor executivo desmonte farsa da esquerda sobre o orçamento 100% privado do longa Dark Horse, que traz o astro de Hollywood Jim Caviezel e tem estreia marcada para setembro de 2026.
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro desmoronou a narrativa alarmista construída pelo consórcio de mídia tradicional e pela imprensa de esquerda ao defender publicamente a legalidade e a integridade financeira do filme de ficção Dark Horse, obra que retrata a trajetória de vida e a histórica campanha de 2018 de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Em entrevista exclusiva concedida à emissora de televisão internacional TMC, Eduardo rebateu os ataques baseados no vazamento ilegal de contratos pelo portal Intercept Brasil e garantiu que o orçamento do projeto atende estritamente aos padrões da indústria cinematográfica global, sendo integralmente investido na execução técnica da produção. O teto orçamentário previsto para o projeto de nível internacional é de até 24 milhões de dólares, cerca de 134 milhões de reais na cotação da proposta, dos quais 65,7 milhões de reais já foram efetivamente aportados pela produtora GoUp Entertainment de forma totalmente privada. Sem utilizar um único centavo de dinheiro público ou de incentivos fiscais estatais, o longa-metragem atrai o desespero do establishment cultural, que tenta promover o assassinato de reputação da obra antes mesmo de sua estreia mundial, agendada para o próximo dia 11 de setembro de 2026.
O FATOR HOLLYWOOD E A IGNORÂNCIA SELETIVA DA IMPRENSA
A fúria da grande mídia contra a cinebiografia esbarra em uma realidade de mercado elementar que os jornalistas militantes tentam ocultar do cidadão comum. Eduardo Bolsonaro sintetizou de forma clara a lógica econômica do cinema independente global ao expor o absurdo das comparações com produções nacionais baratas, disparando a seguinte declaração: "Você não faz um filme de 50 mil dólares com o Jim Caviezel, pelo amor de Deus".
O longa-metragem não é um documentário caseiro, mas sim uma superprodução internacional que traz no papel principal o ator americano Jim Caviezel, astro mundial consagrado em A Paixão de Cristo e no recente fenômeno de bilheteria Sound of Freedom, além da direção do renomado cineasta Cyrus Nowrasteh. O cachê, a infraestrutura e a exigência técnica de profissionais desse calibre internacional justificam plenamente os valores previstos no mercado corporativo privado. Para efeito de comparação de mercado, a cinebiografia de Melania Trump, produzida nos Estados Unidos, custou cerca de 40 milhões de dólares — quase o dobro do teto estipulado para Dark Horse.
A HIPOCRISIA DA LEI ROUANET CONTRA O INVESTIMENTO PRIVADO
O ataque coordenado contra o filme revela a profunda hipocrisia do establishment progressista que domina a cultura nacional. O mesmo consórcio de imprensa que aplaude captações milionárias e desvios reais na Lei Rouanet para artistas alinhados ao governo atual agora se mobiliza para tentar criminalizar patrocinadores e contratos comerciais legítimos de uma obra financiada por empresários e investidores de mercado.
Os jornais de esquerda tentam associar a produção a investigações sigilosas da Polícia Federal sobre o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, que atuou como um dos investidores privados do projeto. A mídia omite deliberadamente que as investigações sobre o banco correm em segredo de justiça, sem qualquer condenação transitada em julgado, e que o aporte no filme ocorreu sob moldes estritamente legais de patrocínio comercial. O parasitismo cultural esquerdista, que vive de sugar o caixa público e os impostos do povo brasileiro para financiar obras sem público e de viés ideológico, não aceita a existência de um modelo de negócios 100% livre da dependência e do teto da Ancine.
O PÂNICO DO SISTEMA COM O FIM DO MONOPÓLIO CULTURAL
O verdadeiro combustível para os ataques desmedidos contra Dark Horse é o pânico generalizado que a esquerda nutre diante do impacto cultural e geopolítico que o filme terá ao ser lançado globalmente. Ao invés do habitual cinema nacional subsidiado e restrito a festivais ideológicos, a história do maior líder da direita brasileira está sendo desenhada para alcançar telas do mundo inteiro por meio do financiamento corporativo independente.
A tentativa de asfixia financeira e a articulação de parlamentares governistas para tentar abrir CPIs no Congresso representam uma censura prévia desesperada. O tiro do sistema, contudo, promete sair pela culatra: a perseguição e as mentiras da mídia tradicional estão funcionando como um poderoso combustível para engajar a militância conservadora, que promete lotar os cinemas em setembro, transformando a superprodução em um marco histórico de bilheteria e consolidando a quebra definitiva da hegemonia da esquerda na cultura.

