É preciso ter o QI de um molusco em coma para acreditar que o MBL e esse Renan Santos possuem alguma utilidade política. São garotos de recado do estamento, moleques vaidosos que trocaram a luta cultural por carimbos de gabinetes e bajulação de mídia militante.

Quem ainda cai na conversa fiada dessa seita de diletantes não tem apenas ingenuidade: tem analfabetismo funcional crônico. O desprezo por essa gente é a primeira condição para ter sanidade mental.

A crítica surge no contexto da decisão de Renan Santos de não votar no segundo turno e de classificar tanto Lula quanto Flávio Bolsonaro como “bandidos”. Conservadores observam que o MBL, após anos de ataques ao bolsonarismo e de tentativas de se posicionar como “direita alternativa”, fracassou nas urnas (Renan teve cerca de 2,2% no primeiro turno) e agora tenta manter relevância atacando ambos os lados, sem construir base eleitoral real. A fala reforça a leitura de que grupos como o MBL funcionam mais como operadores do establishment do que como forças políticas genuínas da direita.