Caminhoneiros autônomos e entidades do setor alertaram o governo Lula sobre o risco real de uma greve nacional devido à disparada dos preços dos combustíveis, especialmente o diesel. A ABRAVA (Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores) enviou documento ao presidente na quarta-feira (11 de março de 2026) denunciando aumentos abusivos nas bombas – entre R$ 0,20 e R$ 0,60 por litro em cidades do Centro-Oeste – atribuídos à especulação de distribuidoras em meio à escalada internacional do petróleo. A categoria acionou a Justiça contra distribuidoras que elevaram preços sem reajuste oficial da Petrobras na época. Dias depois, o governo zerou PIS/Cofins sobre o diesel e anunciou subvenção, mas a tensão permanece alta, com o povo cobrando nas redes: “E agora, Lula? Qual o plano?”

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