Um crime hediondo chocou o país e expôs a face mais cruel e desumana da criminalidade que tomou conta do estado da Bahia. No município de Alagoinhas, no interior baiano, integrantes da facção criminosa Comando Vermelho invadiram uma residência e executaram friamente uma família inteira. O requinte de perversidade dos criminosos ultrapassou qualquer barreira da sanidade: entre as vítimas fatais da chacina estava um bebê recém-nascido de apenas um mês e meio de vida, brutalmente assassinado com quatro disparos de arma de fogo. O episódio joga luz sobre o colapso absoluto da segurança pública na região e a ousadia dos cartéis que operam à margem da lei.

O COLO DA MÃE NÃO FOI PÁREO PARA A CRUELDADE DO TERRORISMO DOMÉSTICO

O nervo exposto dessa tragédia reside na total ausência de limites éticos ou humanitários por parte das facções que disputam territórios no Nordeste. Nem mesmo em conflitos primitivos e históricos a execução deliberada de recém-nascidos era tolerada, mas a banalização do mal converteu-se em rotina no cotidiano dos cidadãos baianos. A ordem emanada pelas lideranças do narcotráfico foi de eliminação total, não poupando sequer a vida inocente de uma criança que sequer tinha capacidade de compreender o cenário de guerra urbana ao seu redor. Esse atentado bárbaro contra a vida demonstra que o país enfrenta organizações que agem como verdadeiras milícias terroristas dentro dos lares dos trabalhadores.

A CONIVÊNCIA E O SILÊNCIO DAS AUTORIDADES QUE ABAFAM A REALIDADE

A tragédia de Alagoinhas ocorre em meio ao agravamento das tensões sobre a atuação de facções no território nacional, dias após o governo dos Estados Unidos classificar formalmente o Comando Vermelho e o PCC como organizações terroristas estrangeiras. Enquanto potências externas enxergam a gravidade da infiltração dessas quadrilhas no continente, o governo federal e a gestão estadual da Bahia insistem em adotar discursos lenientes e paliativos. A omissão das autoridades em sufocar financeiramente e operacionalmente o crime organizado funciona como uma espécie de conivência velada, deixando a população desarmada e refém de fuzis e execuções sumárias.

A URGÊNCIA DE UMA RESPOSTA DE FORÇA CONTRA O IMPÉRIO DO CRIME

Para o público conservador, cristão e defensor da ordem e da segurança das famílias, a morte do bebê baiano é o limite intolerável que exige uma guinada imediata na política de segurança do país. O cidadão comum não aceita mais que teses acadêmicas de direitos humanos e a flexibilização penal continuem blindando chefões do tráfico enquanto berços são metralhados. A reconstrução da paz social no Brasil passa obrigatoriamente pela aplicação rigorosa da lei, pelo isolamento absoluto de líderes criminosos em presídios federais e pelo uso legítimo da força do Estado para asfixiar as fontes de receita dessas facções antes que mais inocentes tenham suas vidas ceifadas pela barbárie.