O senador Ciro Nogueira, atual presidente nacional do Progressistas (PP), manifestou-se oficialmente após ter sido alvo de uma operação de busca e apreensão realizada na manhã de 7 de maio de 2026. Conforme divulgado pelo canal CNN Brasil, no vídeo intitulado "Ciro sobre operação: Tentativa de manchar minha honra | CNN 360º", a ação ocorreu no âmbito das investigações do chamado Caso Master. Em nota publicada cerca de 24 horas após o evento, o parlamentar classificou a ofensiva como uma "tentativa de manchar minha honra pessoal" e estabeleceu um paralelo com o que ocorreu nas eleições de 2018. Naquela ocasião, segundo o senador, ele também foi alvo de ataques pouco antes do pleito, mas acabou vencendo a disputa após o povo do Piauí perceber a natureza política das acusações. Nogueira questionou duramente o sistema ao indagar quem devolve a honra de um cidadão após ataques que ele considera malignos e sem fundamentos, ressaltando que o devido processo legal já comprovou sua inocência em episódios passados. O senador afirmou estar "completamente indignado", mas garantiu que tais acontecimentos lhe dão "mais energia para lutar" e não permitirão que os "maus governem sobre os bons". No plano político, a defesa do parlamentar sustenta que operações deste tipo costumam ser deflagradas contra lideranças que aparecem bem posicionadas em pesquisas de intenção de voto, sugerindo uma instrumentalização do Judiciário. Para o leitor conservador, o caso reforça a percepção de que existe um esforço coordenado para desestabilizar lideranças de oposição ao governo Lula, utilizando investigações requentadas como arma de combate político. Na prática, o episódio alimenta a crítica à seletividade do sistema judicial e ao uso de medidas invasivas contra adversários da esquerda, transformando o processo legal em um palco de disputa eleitoral antecipada que ignora garantias fundamentais e a própria estabilidade democrática.