A ministra Cármen Lúcia, presidente da Primeira Turma do Supremo, pautou para o plenário virtual de 16 a 23 de outubro a denúncia da Procuradoria-Geral da República contra o jornalista Oswaldo Eustáquio, e o julgamento que decide se a acusação será aceita entrou na fila depois de Alexandre de Moraes, relator, liberar o processo.

A PGR aponta associação criminosa por postagens e pela participação em manifestações contra a diplomação e a posse de Lula, além de mobilizações em quartéis para deslegitimar o sistema eleitoral, num processo que corre em segredo de Justiça e só foi liberado depois que Moraes intimou a defesa no fim de julho.

A mesma coluna de Manoela Alcântara lembra que, em decisão de 4 de setembro, Moraes arquivou outra investigação contra Eustáquio, Marcos do Val, Allan dos Santos e Ednardo Raposo, acolhendo a PGR, que considerou insuficientes as provas de obstrução e incitação apontadas pela Polícia Federal no indiciamento de agosto de 2025.