O senador Carlos Viana (PSD-MG), presidente da CPMI do INSS, declarou em 8 de maio de 2026 que o colegiado já possuía evidências contra o senador Ciro Nogueira (PP) antes da operação da Polícia Federal. Segundo Viana, documentos enviados ao STF e à PGR detalham uma complexa rede de influência e corrupção operando nos bastidores da capital. O parlamentar denunciou tentativas de silenciamento por parte de setores do governo e do Centrão, reafirmando o papel fiscalizador do Congresso diante da promiscuidade política que assola as instituições brasileiras sob a atual gestão.