BOMBA NA VEJA: MATÉRIA SOBRE SOCIEDADE SECRETA DE LULINHA COM “CARECA DO INSS” SURGE E SOME DO SITE EM HORAS – O QUE ESTÃO ESCONDENDO?
Revista Veja publica reportagem explosiva revelando confidências de Lulinha sobre parceria em cannabis medicinal com lobista preso por fraudes bilionárias no INSS; texto desaparece rapidamente do ar, alimentando suspeita
Uma reportagem da Revista Veja, publicada recentemente, detalhou suposta “sociedade secreta” entre Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha (filho do presidente Lula), e Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS” – lobista preso desde setembro de 2025 como principal operador de fraudes bilionárias contra aposentados e pensionistas no INSS. O texto citava confidências de Lulinha sobre planos de parceria em cannabis medicinal, viagens conjuntas a Portugal e Espanha, além de investigação da PF revelando movimentação de R$ 19,5 milhões nas contas de Lulinha e suspeita de “mesada” de R$ 300 mil mensais para abrir portas no governo. Horas após a publicação, a matéria sumiu do site da Veja (veja.abril.com.br), gerando especulações de apagão intencional e críticas ferozes nas redes.
O QUE A REPORTAGEM REVELAVA DE MAIS GRAVE
A matéria, intitulada algo como “A sociedade secreta de Lulinha com o ‘Careca do INSS’”, afirmava que Lulinha confidenciou planos de sociedade em produção de canabidiol medicinal com o lobista. A PF documentou viagens coordenadas a Madri e Lisboa (pelo menos três vezes), com voos de primeira classe e permanência simultânea, durante o auge das fraudes no INSS. Testemunhas e delatores (como ex-funcionário Edson Claro) alegaram repasses via empresa de cannabis em Portugal, com Lulinha como “sócio oculto” ou lobista para destravar contratos no Ministério da Saúde. O “Careca” seria mentor da “farra do INSS”, desviando bilhões via descontos ilegais em aposentadorias.

O “CARECA DO INSS”: QUEM É O LOBISTA PRESO
Antônio Carlos Camilo Antunes, 61 anos, conhecido como “Careca do INSS”, é apontado pela PF como intermediário central: suas empresas recebiam recursos desviados de sindicatos e associações, repassando parte a servidores ou familiares. Preso preventivamente, ele nega crimes em depoimentos à CPMI do INSS (setembro 2025), alegando patrimônio lícito. A quadrilha fraudava consignados e descontos indevidos, lesando idosos em mais de R$ 4 bilhões. Lulinha admitiu (a interlocutores, segundo Estadão) viagem a Portugal custeada pelo lobista para visitar fábrica de cannabis, mas negou sociedade ou repasses – versão que não convenceu a oposição.

O SUMIÇO DA MATÉRIA: PRESSÃO OU ERRO EDITORIAL?
Post de Marco Antônio Costa (@marco.antonio.costa) viralizou com print da matéria desaparecida, questionando: “O que aconteceu?”. A Veja tem histórico de publicações sobre o caso (como quebra de sigilo de Lulinha revelando R$ 20 milhões movimentados, conexões com Banco Master e ameaças de amiga Roberta Luchsinger), mas nenhuma foi apagada antes. Suspeitas nas redes apontam censura ou “pressão” governista, especialmente em ano eleitoral. A revista não se manifestou oficialmente sobre o sumiço, mas o link original leva a página inexistente ou redirecionada. Fontes como G1, CNN e Estadão confirmam as viagens e suspeitas, mas sem menção ao apagão específico.
IMPLICAÇÕES PARA O GOVERNO E A OPOSIÇÃO EM 2026
O episódio reforça desgaste: CPMI do INSS (2025-2026) quebrou sigilos de Lulinha (decisão suspensa por Flávio Dino), mas PF segue investigando sem imputar crime direto. Oposição usa para atacar Lula (“a lei é para todos?”), enquanto governistas negam irregularidades e veem “caça às bruxas”. Com Lulinha na Espanha desde julho 2025 (após escândalo), o caso pode virar munição eleitoral pesada, especialmente se novas quebras de sigilo revelarem mais. O sumiço da Veja só aumenta a desconfiança: por que uma matéria tão bombástica some do ar em poucas horas?
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