BOLETIM COPPOLLA QUESTIONA NARRATIVA DE DITADURA BOLSONARISTA E LEMBRA QUE FLÁVIO GOVERNARIA UM ÚNICO MANDATO
O perfil Boletim Coppolla publicou um vídeo contra a narrativa de ditadura bolsonarística e lembrou que Flávio Bolsonaro governará por um único mandato. Pelo artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição, o próximo presidente não pode ser um Bolsonaro. O conteúdo questiona se a alternância de poder combinada com o fim da reeleição representa ameaça à democracia.
O perfil Boletim Coppolla publicou um vídeo contra a falácia da ditadura bolsonarística e lembrou que Flávio Bolsonaro governará por um único mandato. Pelo artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal, o próximo presidente não pode ser um Bolsonaro, o que impede a sucessão direta de familiar no cargo. O conteúdo questiona se a alternância de poder, combinada com o fim da reeleição para presidente, pode ser classificada como ameaça à democracia.
O vídeo circula na reta final do segundo turno das eleições de 2026 e contrasta a narrativa de que uma vitória de Flávio representaria continuidade autoritária com o fato de que o candidato defende o fim da reeleição e que a Constituição já veda a sucessão imediata de parentes. Flávio já declarou publicamente que, se eleito, não será candidato à reeleição em 2030. A peça busca mobilizar a base e reforçar o argumento de que o projeto da direita inclui limite de mandato e rotatividade no poder.
A publicação convida o público a se engajar na reta final da campanha e a assinar a newsletter do perfil, que oferece análises diárias sobre o cenário político. O argumento central é que a combinação de um único mandato e a proibição constitucional de sucessão familiar desmonta a acusação de ditadura e reforça a tese de alternância de poder.

