Uma onda de montagens humorísticas invadiu as redes sociais após a divulgação de uma suposta foto do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao lado de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o “Sicário”. Aliados e apoiadores do parlamentar editaram imagens colocando Flávio ao lado de Donald Trump, familiares como Renato Bolsonaro, celebridades e até perfis fictícios para ironizar a narrativa de que uma foto casual comprova relação pessoal ou vínculo.

As montagens circulam com legendas como “meu amigo Flávio” ou “agora é com o futuro presidente”, destacando o absurdo de atribuir significado profundo a registros feitos em eventos públicos.

FLÁVIO REAFIRMA POSIÇÃO

Em vídeo, o senador e pré-candidato à Presidência reforçou que, como figura pública popular, atende diariamente dezenas de pedidos de fotos. “Eu não tenho como saber quem é aquela pessoa que tá tirando foto comigo”, declarou. Flávio negou conhecer a identidade do homem na imagem original e tratou o caso como mais um registro aleatório de apoiador.

ESTRATÉGIA DA ESQUERDA PARA CRIAR ESCÂNDALO

A direita conservadora vê na repercussão da foto original uma tentativa clássica de setores da esquerda de criar factoides e associações negativas contra nomes bolsonaristas, especialmente em ano pré-eleitoral. As montagens servem como resposta criativa, expondo a fragilidade do argumento usado contra Flávio.

CONTEXTO DA POLÊMICA

A imagem com Mourão — operador falecido ligado ao esquema do Banco Master — foi divulgada por veículos alinhados à esquerda. No entanto, a ausência de qualquer prova de relação próxima e a própria resposta rápida de Flávio reforçam que se trata de mais uma ofensiva política sem sustentação.

HUMOR CONSERVADOR COMO RESPOSTA

A criatividade dos aliados demonstra vitalidade do movimento bolsonarista nas redes, transformando tentativa de ataque em oportunidade de descontração e mobilização. A mensagem é clara: foto não define caráter nem relações profundas de ninguém, muito menos de uma figura pública acessível como Flávio Bolsonaro.