O regime iraniano cruzou oficialmente a linha vermelha definitiva, provocando uma reação em cadeia que uniu até mesmo seus aliados históricos contra si. Em 15 de março de 2026, o governo da China condenou publicamente as ações de Teerã após o bloqueio e ataques a petroleiros no Estreito de Ormuz, que resultaram na paralisia dos mercados asiáticos e em uma crise de abastecimento sem precedentes. O isolamento do Irã foi selado no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), onde China e Rússia se abstiveram, permitindo uma condenação histórica por 13 votos a 0. A relevância deste fato é absoluta: a estratégia iraniana de usar o terrorismo energético para forçar negociações com os Estados Unidos e Israel fracassou, transformando o país em um pária global e ameaçando a estabilidade do fornecimento mundial de petróleo, do qual a economia chinesa é existencialmente dependente.

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