O oligarca Viktor Medvedchuk, próximo de Vladimir Putin, alertou que empresas portuguesas e espanholas que desenvolvem drones e armamento em conjunto com a Ucrânia podem se tornar “alvos legítimos” de retaliação russa. A declaração, publicada em outubro, menciona cooperação em mísseis, drones de ataque e sistemas de navegação, sem citar nomes específicos de companhias.

Empresas portuguesas como a Tekever (fornecedora de drones à Ucrânia, com um aparelho AR3 interceptado pela Rússia) e a Beyond Vision são citadas em análises do setor. Não se trata de uma lista oficial do governo russo nem de uma ameaça militar convencional direta a Portugal (país da NATO). O risco mais realista apontado é o de guerra híbrida, como ciberataques e sabotagem. Fontes como CNN Portugal e Portugal Resident confirmaram a declaração de Medvedchuk.